Semana Farroupilha na Escola Prudente de Morais

No dia 20 de setembro, o Rio Grande do Sul relembra seus heróis que, durante dez anos, entre 1835 e 1845, enfrentaram as forças imperiais e ousaram declarar a independência da província. O resto dos brasileiros não compreende porque os gaúchos comemoram uma guerra perdida. Para os gaúchos, o ideal farroupilha não é para ser entendido. É para ser sentido. E é isso que se vê por todo o Estado durante o mês de setembro.
As razões da Revolução Farroupilha foram principalmente políticas e econômicas. Os grandes estancieiros, boa parte deles militares, da então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, lideraram um exército que tinha como grandes expoentes os negros que lutavam pela prometida liberdade. A paz veio dez anos depois. O acordo assinado com os imperiais em 1 de março de 1845, deu fim à mais longa guerra civil da história brasileira. Os mais conhecidos líderes do levante, Bento Gonçalves, Antônio de Souza Neto e Davi Canabarro, ficaram imortalizados na memória dos gaúchos como exemplos de homens de coragem.
Em todos os lugares encontramos acampamentos farroupilhas, prendas e gaúchos vestidos à caráter participando de atividades campeiras. A Escola Prudente de Morais também tem sua programação. Nas salas de aula se estuda e discute o tema e no dia 17 de setembro às 8 horas teremos hora cívica, acampamento em torno do Galpão Gaúcho, Torneio de Truco, Vaca parada, Caça ao tesouro, Futebol Gaudério e Carreteiro Farroupilha.

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